segunda-feira, 29 de junho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Selos Personalizados

Escola Secundária Padre Alberto Neto (ESPAN) em Queluz passou também contribuir para o selo personalizado dos CTT através do tema “Leitura em Selo”.

É uma edição de 16 selos adesivos, realizados pelos alunos de artes visuais do 12º F, sobre excertos das obras literárias de Luís de Camões, Fernando Pessoa, Eça de Queiroz, Isabel Allende e Ítalo Calvino.

Para ver as Imagens

Conjunto 1
Conjunto 2
Conjunto 3

sábado, 27 de junho de 2009

Concurso Europeu de Inovação

Estudantes de Queluz Premiados em Concurso Europeu de Inovação

Os jovens da Empresa Escolar Watt, da Escola Secundária Padre Alberto Neto, em Queluz, classificaram-se em terceiro lugar no Responsible Business Ideas Context 2009, uma prova europeia promovida pela HP e a Júnior Achievment Young Enterprsie, integrada no 2009 Ano Europeu da Criatividade e Inovação, apenas sendo ultrapassados pelos estudantes da Alemanha e de Israel.

Os cinco alunos da Secundária Padre Alberto Neto criaram um carregador solar de telemóveis e aparelhos electrónicos de baixo consumo e uma tomada solar móvel que permite alimentar outros aparelhos eléctricos de forma inteligente.

O júri valorizou o carácter inovador, a responsabilidade social, o potencial do produto e a excelência ambiental.

O Sérgio, o Luís, o André, o Daniel e o Henrique são alunos do 12º ano do Curso de Ciências e Tecnologias e criaram estes produtos no âmbito da Área Projecto, sob a coordenação de Ana Sistelo, Professora de Física, e a colaboração técnica do Eng. Fernando Miranda voluntário do projecto Aprender a Empreender, com o objectivo da promoção do espírito empreendedor. Neste ano lectivo, a Escola manteve um total de 9 empresas escolares entre os seus alunos.

Ao tomar conhecimento da decisão do júri europeu, o aluno Sérgio Oliveira, Director - Geral da Empresa Escolar Watt, afirmou: “Este 3º lugar europeu veio mostrar a forma como, na Europa , o nosso trabalho é valorizado.”

Fonte: ESPAN

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Responsabilização dos EE

AR discutirá se pais devem pagar pelo que os filhos fazem

A petição que solicita á Assembleia da República (AR) mecanismos de responsabilização dos encarregados de educação pelo comportamento escolar das crianças vai mesmo ser debatida. O presidente da Comissão de Educação, António José Seguro, já remeteu o relatório final ao presidente da AR, Jaime Gama, pedindo-lhe para agendar a discussão em plenário.

A petição, com mais de 13.500 assinaturas, foi entregue no Parlamento a 12 de Abril. A Comissão Parlamentar de Educação apreciou-a e aprovou o relatório final a 19 de Maio.

Luís Sottomaior Braga, o professor que está na origem da petição, já leu o relatório. O documento salienta "a enumeração dos deveres dos pais citados no Estatuto do Aluno" e isso "destaca" a utilidade da petição, considera. "Todos aqueles deveres não correspondem a uma qualquer sanção nos casos de incumprimento", precisa. Espera que o "esforço de sensibilização" resulte em algo concreto: que "o debate consolide a ideia de que não se pode continuar a ter textos legais bonitos que afirmam deveres inconsequentes".

Para os pais reflectirem e se assim o entenderem podem asinar a petição on-line …

Para ver a Petição on-line.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

"Desporto na Rua” põe a Amadora a Mexer"

"Desporto na Rua” põe a Amadora a Mexer"

De 7 de Junho a 20 de Setembro (com interrupção no mês de Agosto), o “Desporto na Rua” vai pôr a Cidade a mexer.

Os domingos vão estar mais animados no Parque Central (zona da estátua de José Afonso), Ilha Mágica do Lido, Parque Aventura, Jardim Luís de Camões e Parque Urbano do Zambujal.

Os objectivos do “Desporto na Rua” são a promoção da prática desportiva informal em espaços ao ar livre e a adesão e fidelização à prática da actividade física regular e sistemática.

As actividades são dirigidas a toda a população, consoante o segmento (bebés, crianças, jovens, adultos e seniores), e constam de pilates, hip-hop, slide, skate/patins, step, ténis de mesa, esgrima, tai-chi, dança do ventre, entre outras.

A participação é gratuita.

Mexa-se! Seja mais activo!

Banco de Informação de Pais para Pais


BANCO DE INFORMAÇÃO DE PAIS PARA PAIS

O BIPP é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que tem como objectivo o apoio e orientação a pais de crianças e/ou adultos com necessidades especiais, através da partilha de informação dos recursos disponíveis na sociedade.

O BIPP vai inaugurar um portal e dois centros de atendimento, nos quais constará informação permanentemente actualizada sobre os recursos e as respostas da administração pública e da iniciativa privada. Através de um atendimento personalizado, pretende orientar as famílias na busca das soluções mais eficientes para cada problema.

Vai ser disponibilizada informação útil e adequada às necessidades de cada caso específico: onde encontrar os técnicos de saúde, médicos e terapeutas especializados, quais as escolas preparadas para receber estas crianças, que apoios educativos e subsídios são disponibilizados pelo Estado; qual a legislação disponível; como e onde integrar pessoas diferentes na vida activa.

O BIPP é o único banco de informação organizado que permite um cruzamento das informações sobre deficiências, serviços e apoios disponíveis e que vai servir famílias, técnicos de instituições de saúde, hospitais, centros de saúde, consultórios, médicos, terapeutas, técnicos de instituições de educação (creches, escolas, Ministério da Educação) e as associações de patologias específicas.

Entre no mundo BIPP!
Faça-se sócio, divulgue esta associação ou ofereça-se para integrar equipas de voluntariado.

Centros de atendimento BIPP:

Espaço BIPP Lisboa
Nas instalações do ACP: R Rosa Araújo 24,

Espaço BIPP Cascais
Edificio Multiserviços: Praça do Atlântico

BIPP ONLINE – um portal que permite o acesso à informação e ainda a troca de informações entre pais, educadores e associações. www.bipp.pt

Relatório da OCDE





Professores portugueses perdem muito tempo a manter disciplina na aula

Os professores portugueses perdem muito tempo na sala de aula até conseguir o ambiente de aprendizagem ideal, confessam num inquérito feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), realizado no ano lectivo de 2007/2008. O estudo Criar Ambientes Eficazes de Ensino e Aprendizagem feito em 23 países através de questionários a docentes do 3.º ciclo do ensino básico foi divulgado ontem, no México.

Segundo o relatório, três em cada cinco escolas dizem que o mau comportamento dos alunos perturba o bom funcionamento da aula. Portugal não é excepção e os docentes confessam que 25 por cento do tempo lectivo é para manter a disciplina ou é gasto em questões administrativas. É o quinto valor mais baixo entre os países analisados, no entanto, a média geral é de 20 por cento. Este é um problema com que os professores, todos, se debatem.

Em Portugal, os professores são cumpridores, não chegam atrasados, faltam pouco e têm boa preparação pedagógica, declaram os 200 conselhos executivos que responderam. O problema são os alunos, dizem os professores. Quatro em cada dez admite que as interrupções dos alunos quebram o ritmo da aula.

É o comportamento dos estudantes que prejudica a aprendizagem, sublinham. Para 69,1 por cento dos professores o problema são os distúrbios na sala de aula (a média internacional é de 60,2 por cento); o absentismo e o chegar atrasado corresponde a 50,8 e a 40,8 por cento das respostas. Os profissionais preocupam-se ainda com o facto de os alunos dizerem asneiras (42,8 por cento) ou intimidarem os colegas (28,4 por cento). Os roubos (23,3), vandalismo (20,5) e agressões (19,2) também fazem parte das suas preocupações.

Faltam incentivos

A nível internacional, três em cada quatro professores sente que não têm incentivos suficientes para melhorar a qualidade do seu ensino. Os portugueses, ao lado dos espanhóis e dos húngaros, estão entre os que admitem que não conseguem ser bem sucedidos com os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem ou pouco motivados. Ao passo que nove em cada dez italianos, noruegueses ou eslovacos declaram que, com persistência, conseguem o sucesso dos alunos.

Um ambiente positivo está associado a mais aquisições e a mais aprendizagem, reconhecem os docentes. "O êxito das políticas de educação depende fortemente da existência de professores de elevada qualidade", defende Angel Gurría, secretário-geral da OCDE. Por isso, o relatório recomenda que se aposte na formação contínua; aliás, os inquiridos admitem que quanto mais formação têm, melhor sabem gerir os problemas na aula e na escola. Nove em cada dez professores, a nível internacional, apostam na sua formação, nem que seja um dia, por ano lectivo. Contudo, a grande maioria, professores portugueses incluídos, não se sente reconhecido. Aliás, os nacionais fazem parte dos poucos profissionais que declaram que nos últimos cinco anos, anteriores ao inquérito, não foram avaliados externamente.

A OCDE defende que "a principal lição política" a retirar deste estudo é que os ministérios têm que prever incentivos "mais eficazes" para os professores, recompensando-os e reconhecendo o seu trabalho. Além disso, devem olhar menos para o controlo dos recursos e conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem. Em comunicado, o Ministério da Educação congratula-se com a avaliação do desempenho dos professores e a gestão escolar e considera que as recomendações da OCDE confirmam "a centralidade e a premência das reformas introduzidas".


FONTE: PUBLICO:PT